| Aux armes, citoyens, | Às armas, cidadãos, |
| Formez vos bataillons, | Formai vossos batalhões, |
| Marchons, marchons! | Marchemos, marchemos! |
| Qu'un sang impur | Que um sangue impuro |
| Abreuve nos sillons! | Irrigue os nossos campos arados! |
No "Dia do Patrimônio", quando todos os prédios públicos do país estão abertos à visitação, resolvemos prestigiar o simpático hino francês e fomos ao Museu do Exército.
Recém reformado, o museu conta 1000 anos de história bélica francesa. Desde as cruzadas até a guerra da Indochina, passando, naturalmente, pelas guerras Franco-Prussianas e pelas Grandes Guerras.
Apesar do tema meio lúgubre, eles fazem um belo trabalho em tornar o assunto interessante. Uma das partes mais bacanas é a da idade média, onde nos deixam experimentar réplicas de armaduras da época.
E aí vai mais uma parte da Marselhesa, para verem como é amena a letra. E notem que essa é a parte das crianças!
| (Couplet des enfants) | (Verso das crianças) |
| Nous entrerons dans la carrière, | Entraremos na carreira (militar), |
| Quand nos aînés n'y seront plus, | Quando nossos anciãos não mais lá estiverem. |
| Nous y trouverons leur poussière | Lá encontraremos suas cinzas |
| Et la trace de leurs vertus (bis) | E o resquício das suas virtudes (bis) |
| Bien moins jaloux de leur survivre | Bem menos desejosos de lhes sobreviver |
| Que de partager leur cercueil, | Que de partilhar seus caixões, |
| Nous aurons le sublime orgueil | Teremos o sublime orgulho |
| De les venger ou de les suivre. | De vingá-los ou de segui-los. |
Nota: Se alguém achou estranha nossa priorização de museus, vale lembrar que o Museu do Exército fica bem ao lado da nossa casa, colado nos Invalides.
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